O ministério de Nuno Crato admitiu hoje deixar cair a exigência de que
os professores tenham pelo menos 14 na nova Prova de Avaliação de
Conhecimentos, Capacidades e Competências para poder dar aulas. Mas isso
não convenceu os sindicatos.
O "exame" terá um tronco comum, escrito, que visa, entre outros,
avaliar a capacidade dos candidatos para "resolver problemas em domínios
não disciplinares". A proposta do MEC é que tenha uma duração máxima de
120 minutos. Quem não for aprovado nesta componente não poderá sequer
prestar provas na parte específica.
Já a componente específica "é
constituída por uma prova que pode ser escrita, oral ou prática". Terá
uma duração entre 120 e 180 minutos, conforme os grupos disciplinares. E
o seu conteúdo variará: um professor de Biologia, por exemplo, fará uma
prova dessa área; um de Educação Tecnológica será sujeito a avaliação
em Artes Visuais, ou Informática ou ainda Electrotecnia.
http://www.publico.pt/sociedade/noticia/prova-de-avaliacao-de-professores-sem-acordo-1602265
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